sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Usuários de iPhone e iPad processam Apple



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Um grupo de usuários do iPhone e do iPad entrou com processo contra a Apple alegando que certos aplicativos  repassavam informações pessoais a anunciantessem consentimento prévio, de acordo com documentos judiciais. 

No processo que busca enquadramento como causa coletiva, apresentado a um tribunal federal na Califórnia, os usuários solicitam que seja proibido repassar informações sobre eles sem seu consentimento e sem remuneração

Além da Apple, fabricantes de aplicativos populares como Textplus4, Paper Toss, Weather Channel, Dictionary.com, Talking Tom Cat e Pumpkin Maker também foram apontados como réus no processo.

O número único de identificação que a Apple designa para seus aparelhos se tornou um recurso atraente para anunciantes externos que desejem rastrear de maneira confiável as atividades online dos usuários de aparelhos móveis, segundo o processo.

Em abril, a Apple alterou seu contrato padrão com criadores de aplicativos, proibindo o envio de informações a terceiros, com exceção daquelas consideradas diretamente necessárias à funcionalidade dos programas.

No entanto, o processo alega que a Apple não tomou medidas para implementar essa mudança na prática ou fiscalizá-la de maneira significativa, em decorrência de críticas dos grupos publicitários.

 fonte: G1/Globo

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Cientistas pretendem criar simulador da vida na Terra



Um grupo internacional de cientistas está tentando criar um simulador para recriar tudo o que acontece na Terra, desde os padrões do clima global à disseminação de doenças, passando por transações financeiras internacionais ou mesmo os congestionamentos nas ruas de uma cidade. 

Batizado de Living Earth Simulator (LES, ou Simulador da Terra Viva), o projeto tem como objetivo ampliar o entendimento científico sobre o que acontece no planeta, encapsulando as ações humanas que moldam as sociedades e as forças ambientais que definem o mundo físico. 

"Muitos problemas que temos hoje - incluindo as instabilidades sociais e econômicas, as guerras, a disseminação de doenças - estão relacionadas ao comportamento humano, mas há aparentemente uma séria falta de entendimento sobre como a sociedade e a economia funcionam", afirma Dirk Helbing, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, que dirige o projeto FuturICT, que pretende criar o simulador. 

Graças a projetos como o Grande Colisor de Hádrons, o acelerador de partículas construído na Suíça pela Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês), os cientistas sabem mais sobre o início do universo do que sobre nosso próprio planeta, diz Helbing.

Segundo ele, necessita-se de um acelerador de conhecimento, para fazer colidir diferentes ramos do conhecimento.

"A revelação das leis e dos processos ocultos sob as sociedades constitui o grande desafio mais urgente de nosso século", afirma.
O resultado disso seria o LES. Ele seria capaz de prever a disseminação de doenças infecciosas, como a gripe suína, descobrir métodos para combater as mudanças climáticas ou mesmo identificar pistas de crises financeiras incipientes.

Supercomputadores
Mas como funcionaria esse sistema colossal? Para começar, seria necessário inserir grandes quantidades de dados, cobrindo toda gama de atividades no planeta, explica Helbing.
Ele também teria que ser movido pela montagem de supercomputadores que ainda estão para ser construídos, com a capacidade de fazer cálculos em uma escala monumental.

Apesar de os equipamentos para o LES ainda não terem sido construídos, muitos dos dados para alimentá-lo já estão sendo gerados, diz Helbing.
Por exemplo, o projeto Planetary Skin (Pele Planetária), da Nasa (agência espacial americana), verá a criação de uma vasta rede de sensores coletando dados climáticos do ar, da terra, do mar e do espaço.
Para completar, Helbing e sua equipe já começaram a identificar mais de 70 fontes de dados online que eles acreditam que possam ser usadas pelo sistema, incluindo Wikipedia, Google Maps e bases de dados governamentais.
A integração de milhões de fontes de dados - incluindo mercados financeiros, registros médicos e mídia social - geraria o poder do simulador.
Pântano de dados

O próximo passo é criar uma base para transformar esse pântano de dados em modelos que recriam com precisão o que está ocorrendo hoje na Terra.
Isso só será possível com a coordenação de cientistas sociais, especialistas em computação e engenheiros para estabelecer as regras que definirão como o LES vai operar.

Segundo Helbing, esse trabalho não pode ser deixado para pesquisadores de ciências sociais tradicionais, que tipicamente trabalham por anos para produzir um volume limitado de dados.
Também não é algo que poderia ter sido conseguido antes - a tecnologia necessária para fazer funcionar o LES somente estará disponível na próxima década, observa Helbing. 
Por exemplo, o LES precisará ser capaz de assimilar vastos oceanos de dados e ao mesmo tempo entender o que significam esses dados.
Isso só será possível com a maturação da chamada tecnologia de web semântica, diz Helbing.

Hoje, uma base de dados sobre poluição do ar seria percebida por um computador da mesma maneira que uma base de dados sobre transações bancárias globais - essencialmente apenas uma grande quantidade de números.
Mas a tecnologia de web semântica será capaz de trazer um código de descrição dos dados junto com os próprios dados, permitindo aos computadores entendê-los dentro de seu contexto.

Além disso, nossa abordagem sobre a coleta de dados deve enfatizar a necessidade de limpá-los de qualquer informação que se relacione diretamente a um indivíduo, explica Helbing.

Segundo ele, isso permitirá que o LES incorpore grandes quantidades de dados relacionados à atividade humana sem comprometer a privacidade das pessoas.
Uma vez que uma abordagem para lidar com dados sociais e econômicos em larga escala seja acertada, será necessário construir centros com supercomputadores necessários para processar os dados e produzir a simulação da Terra, diz Helbing.

Capacidade de processamento
A geração de capacidade de processamento para lidar com a quantidade de dados necessários para alimentar o LES representa um desafio significativo, mas está longe de ser um impedimento.

Para Peter Walden, fundador do projeto OpenHeatMap e especialista em análise de dados, se olharmos a capacidade de processamento de dados do Google, fica claro que isso não será um problema para o LES.

Apesar de o Google manter segredo sobre a quantidade de dados que é capaz de processar, acredita-se que em maio de 2010 o site usava cerca de 39 mil servidores para processar um exabyte (1.000.000.000.000.000.000 bytes) de dados por mês - quantidade de dados suficientes para encher 2 bilhões de CDs por mês.
Se aceitarmos que apenas uma fração das "várias centenas de exabytes de dados sendo produzidos no mundo a cada ano seriam úteis para uma simulação do mundo, o gargalo do sistema não deverá ser sua capacidade de processamento", diz Warden.
"O acesso aos dados será um desafio muito maior, além de descobrir como usá-los de forma útil", afirma.

Warden argumenta que simplesmente ter grandes quantidades de dados não é suficiente para criar uma simulação factível do planeta.
"A economia e a sociologia falharam consistentemente em produzir teorias com fortes poderes de previsão no último século, apesar da coleta de muitos dados. Eu sou cético de que grandes bases de dados farão uma grande mudança", diz.
"Não é que não sabemos o suficiente sobre muitos dos problemas que o mundo enfrenta, mas é que não tomamos nenhuma medida a partir das informações que temos", argumenta.

Independentemente dos desafios que o projeto enfrenta, o maior perigo não é tentar usar as ferramentas computacionais que temos hoje e que teremos no futuro para melhorar nosso entendimento das tendências socioeconômicas, diz Helbing.
"Nos últimos anos, tem ficado óbvio, por exemplo, que necessitamos de indicadores melhores que o Produto Interno Bruto (PIB) para julgar o desenvolvimento social e o bem-estar", argumenta.
No seu âmago, ele diz, o objetivo do LES é usar métodos melhores para medir o estado da sociedade, o que poderia então explicar as questões de saúde, educação e ambiente. "E por último, mas não menos importante, (as questões) de felicidade", acrescenta.

fonte: Noticias/Terra

Comércio eletrônico brasileiro movimenta R$ 2,2 bilhões no Natal, 40% a mais que em 2009





O comércio eletrônico  brasileiro teve o seu melhor Natal em 2010. O setor registrou R$ 2,2 bilhões em vendas entre 15 de novembro a 24 de dezembro, puxado pelas compras natalinas. O montante foi 40% superior ao vendido em 2009, que atingira R$ 1,6 bilhão, informou nesta terça-feira a consultoria de e-commerce E-bit. O volume de vendas é recorde no setor. 

De acordo com o levantamento, no intervalo analisado, foram realizados mais de 6 milhões de pedidos via internet, resultando em recorde para o segmento no período.

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"Essa data é uma grande aliada para o setor, contribuindo com grande fatia do faturamento", afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, em nota, acrescentando que "o e-consumidor está cada vez mais confiante em comprar produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, eletrônicos e informática. Por essa razão, em 2010 exaltamos o melhor natal de todos os tempos no comércio eletrônico". 

No período, a categoria de Eletrodomésticos registrou o maior número de vendas on-line, seguida por Informática e Saúde, Beleza e Medicamentos. Livros e Eletrônicos ficaram na quarta e na quinta posição, respectivamente.

A e-bit também informou que no período de Natal o tíquete médio das compras via internet foi de R$ 370, sendo que o dia 14 de dezembro registrou o maior volume de pedidos: 224 mil. No ano passado, o pico de vendas em um único dia havia sido de 150 mil pedidos.

O setor tem se beneficiado da expansão da internet no país para registrar sua expansão. O volume de vendas do e-commerce brasileiro em 2010 foi, por exemplo, quase oito vez maior do que o registrado em 2004, segundo os números da E-bit.

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 fonte: Oglobo/Globo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Os quatro gigantes da tecnologia que não acabaram a faculdade




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Fazer faculdade não é garantia de ficar rico. Largar a faculdade, menos ainda. Mas quatro caras resolveram não chegar ao fim da graduação, e se tornaram grandes nomes da tecnologia: Steve Jobs, Bill Gates, Michael Dell e Mark Zuckerberg não terminaram seus cursos universitários. 

Gates e Zuckerberg estudaram na Universidade Harvard, uma das melhores do mundo. Gates fazia matemática e largou no terceiro ano, em 1975, para gerenciar a Micro-Soft; Zuckerberg fazia ciências da computação, terminou o segundo ano em 2004, mas não voltou pra faculdade para cuidar do Facebook. Michael Dell resolveu largar a faculdade de medicina para cuidar de sua empresa de venda direta de PCs, que futuramente se chamaria Dell e se tornaria uma das maiores do mundo.
E Steve Jobs, dono e fundador da Apple, é que tem a história mais curiosa: ele estudou “física, literatura e poesia” na Reed College, em Portland (EUA), mas largou depois de apenas um semestre. Só que ele continuou assistindo aulas na faculdade, para acompanhar amigos e ter lugar pra dormir, além de frequentar um templo Hare Krishna para conseguir comer de graça toda semana. No ano seguinte, Jobs saiu de Portland e foi para a Califórnia; dois anos depois, ele fundou a Apple.

Sim, Apple, Microsoft, Dell e Facebook – quatro das maiores empresas detecnologia do mundo – são comandadas por caras com ensino superior incompleto (ou foram, no caso da Microsoft). Isso não é nenhum demérito para eles, pelo contrário: a habilidade técnica e o espírito empreendedor destes caras – além dos contatos que eles fizeram na faculdade – garantiram um futuro bilionário para eles. E pra que se formar, quando você pode ficar rico e tirar um diploma honorário depois? 

Confira a lista completa da Info, com os três ricaços brasileiros que não acabaram a faculdade. Eike Batista, que quer trazer montadoras da Apple para o Brasil, é um deles.

Fonte: GameVicio

Windows 8: maior foco em jogos?



Fundador da VoodooPC foi contratato pela MS


De acordo com informações surgidas recentemente, o Windows 8 terá um foco maior em jogos  para PCs 

Segundo o site TechRadar( http://www.techradar.com/news/gaming/microsoft-wants-windows-8-to-relaunch-pc-gaming-917416 ), uma fonte da Microsoft confirmou que o novo sistema operacional terá um foco maior no suporte para jogos e que o Windows 8 “representará um grande passo no mercado de jogos para PCs”.

A Microsoft já foi muito criticada por seus esforços no mercado de jogos para PCs com o Windows Vista e Windows 7. A empresa contratou recentemente o fundador da VoodooPC, uma possível indicação de que os jogos poderão mesmo ser uma das prioridades no novo Windows.

A Microsoft ainda não divulgou detalhes específicos sobre o que o Windows 8, mas novas informações poderão ser divulgadas durante a CES 2011, que será realizada em janeiro nos EUA.

fonte: Baboo

Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds tem trailer especial



Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds ganhou um novo trailer, especial de fim de ano. A prévia mostra vários dos combatentes confirmados e promete ainda mais. 

Marvel vs. Capcom 3 - Trailer especial


O lançamento é prometido para 15 de fevereiro de 2011 para PlayStation 3 e Xbox 360. A jogabilidade seguirá o tradicional 2-D em alta resolução, mas haverá alguns momentos inspirados no sistema 2.5-D de Street Fighter IV.

 fonte: Omelete

Game gratuito visa protestar contra Projeto de Lei no Senado




"Pode não ser um grande jogo, mas se todos os gamers do Brasil ajudarem na divulgação possivelmente chegará ao conhecimento de nossos deputados, a intenção é essa, protestar em conjunto..." 

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Foi o que disse JP Radaeli "responsável pelo protesto" em uma conversa exclusivapara publicação aqui na Game Vício. 

Há poucos passos de ser finalizado, o jogo é um protesto que visa combater o projeto de Lei do Senado n° 170/06, com texto de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) que tenta proibir a comercialização de alguns jogos no Brasil, provavelmente entre esses, estão os jogos de tiros e violência. Há rumores de que o Senador não seja contra atirar em aliens, mas sim contra personagens humanos... Se isso é ou não verdade não sabemos, o que sabemos é que o projeto de Lei pretende ser bem rigoroso e isso ameaçaria todos os gamers do Brasil, pois muitos jogos não poderão mais serem comercializados, quer seja para consoles, portáteis ou pc. 

O jogo é feito em Swf e será gratuito. O tema não poderia ser outro, aliens invadindo o Senado e o papel do player é o de proteger o Senado contra esses alienígenas. Ainda não há uma data exata para o lançamento mas a dica que recebi foi de que em alguns dias provavelmente estará disponível para download.

Mesmo sendo simples, o intuito do jogo é o de criar um protesto massivo e conta com o apoio de todos os gamers do Brasil. 


OBS!!!

Aos que estão me pedindo link...

Ainda não há, mas fiquem tranqüilos que o lançamento do jogo e o link do download será divulgado aqui na GV.


Fonte:  GameVicio